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As time (doesn´t) goes by

She was supposed to be all day long in that chair... fazendo tarefas soníferas, por longas 9 horas que teimavam em não passar. Queria mesmo:

 

** dormir, namorar, dormir de novo, namorar, almoçar, dormir e namorar mais um pouco

 

(ou, na ausência do rapaz)

 

 

* ver pelo menos dois, talvez três, filmes que estão concorrendo ao Oscar, bater perna no shopping e ainda fazer um bom almoço entre eles, ou

* chegar perto do fim do livro que aguarda pacientemente na cabeceira, ou

* fazer faxina na casa inteira e lavar umas três máquinas de roupa (não queria, mas poderia)

* fazer mão, pé, sobrancelha, depilação completa, uma sessão de drenagem linfática, cortar, pintar e fazer escova no cabelo e ainda ler umas duas revistas de fofoca

* assistir em seqüência todos os episódios da nova temporada de Lost (ou 24h) e ainda tomar um lanchinho entre eles pra não ficar vesga ou

* ir até Barretos e voltar de lá, de carro

* ir pra Lisboa de avião (e não voltar)



Escrito por periodista às 18h08
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Love DNA

"You´d like nothing more than to just feel completely relaxed and confortable in love".

 

Indeed.

 

E vc?



Escrito por periodista às 18h11
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Vai-e-vem insone

Se ele vai, então nem vou
E já que eu não vou, então ela vai
No final ele nem foi, e a vantagem foi dela
Mas se agora ela vai, então, eu, pra onde vou?



Escrito por periodista às 00h55
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Sonhos de uma noite de verão

Porque ela era assim uma pessoa que guarda datas, ontem ela se lembrou que dois anos haviam se passado. Já estava quase dormindo, o dia quase tinha passado despercebido. Simplesmente a data surgiu como um pop-up na sua cabeça. Foi tão sem querer que ela até tomou um susto. E despertou. E lembrou de tudo, tudo que começara e terminara naquele bar quente e esfumaçado naquela noite de verão. Mas logo depois dormiu, e seus sonhos tomaram outro rumo.

Escrito por periodista às 15h24
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Zombeteiros

Nunca vi cantar tanto. Esses passarinhos só podem estar mangando de mim...

Escrito por periodista às 12h25
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Momento Macabéa

De repente bateu assim uma estranheza da vida.

Podia ser só mais uma reflexão dessas de fim/começo de ano. Balanço, promessas, perspectivas. Não... ela até pensou, mas achou prudente não listar.

De tudo o mais, no ano passado aprendera a ficar quieta. E viu que é bem bom compreender sem ter de explicar, decidir sem ter de justificar.

Em 2007 enxergou um mundo que nunca tinha visto. Desconjurou de umas pessoas. Sabe, assim, de não reconhecer mais, perder o entendimento, a cumplicidade?

Em outras descobriu afinidades quase improváveis.

Surgiu uma onda nova de bem-querer, um carinho pelo desconhecido, uma solidariedade pela história real que mais parece um filme, uma saudade daquele sonho, do que viveu e não viveu.

E de repente veio aquela estranheza, quase uma desconstrução. Não precisou morrer para ter sua hora da estrela. Sim, o mundo era outro. Ou seria ela?

Escrito por periodista às 01h32
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Balanço de 2007

3 coberturas temporárias

+ 19 textos (uns 140 mil caracteres) para 7 veículos diferentes

incontáveis finais de semana perdidos para escrever

minha transformação em uma nova categoria jornalística: repórter-objeto

Escrito por periodista às 12h38
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And so this is Christmas...

Neste ano não montei árvore de Natal

Não fui convidada para nenhum amigo secreto

Não comprei Panetone nem nozes

Não vou ganhar peru de natal da firma

Nem vou poder comer a tradicional cassata da minha tia

Escrito por periodista às 12h28
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Aqui jaz

Um poste lindo que eu escrevi com todo o carinho e perdi por causa de um pau no sistema

Escrito por periodista às 17h13
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A verdade é

Pra ser bom, editor tem de gostar de ser editor

Escrito por periodista às 19h31
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Sobre o amor e a razão

Ela nunca acreditou no ditado sobre a atração dos opostos. Para ela, se não tivesse o mesmo gosto musical, o mesmo apreço pela literatura, o cuidado com as palavras, a articulação rápida, as repostas inteligentes que ela tinha, então o gajo não valia o esforço. Ela já sabia que seus queridos escritores talvez não lhe compensassem as vontades mais emergentes, o amor que lhe tinham era quase sempre exposto em laudas, de e-mail, de livros, de msn, era restrito à concretude dos sonhos, nunca à efemeridade dos atos. Por isso o susto quando o menino meio tosco do suporte, para quem ela nunca olhara duas vezes, falou com sujeito e predicado o que queria, como queria e de preferência pra já. Fazia tanto tempo que o Talvez do Barroco (ou seria do Romantismo) tinha obscurecido o Sim e o Não do Realismo, que ela simplesmente tombou, se deixou conduzir. E entre torcer o olho para o recadinho mal-escrito e se esquecer no prazer da pegada (muito) bem dada, ela mandou o lirismo às favas. “Quem transa assim não tem tempo para literatura!” E que assim seja, festejava ela. Mas o moço também estava assustado.“Você tem tudo o que eu não gosto em uma mulher. Você e essas Humanas... argh. Mas não consigo tirar vc da minha cabeça”, disse-lhe o pobre atordoado uma noite. “Por incrível que pareça essa foi a melhor declaração dos últimos tempos”, ela contou depois, com aquela voz séria de quem não vai mais chorar. “Agora será mais fácil terminar tudo.”



Escrito por periodista às 01h15
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Será que vai pro Guinness?

Seis dias, umas 20 entrevistas, cinco matérias, três infográficos e lá vou eu trocar de emprego de novo. Vou sofrer de deslocamento de identidade qualquer dia desses.

 

(texto válido para o dia 17/11. juro que agora estou cumprindo promessa para ficar firme no novo)



Escrito por periodista às 23h29
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Quem dá mais?

Vai, calma...

Respira

Sossega, pára com isso, não pensa assim

Como vc pode pensar isso de vc mesma?

Ai menina, que bobagem, vc tá viajando

Vc já parou pra pensar que nada disso é real, são coisas da sua cabeça?

Voc é tão bonita, tão capaz, tão inteligente... É meu orgulho

Vai dar conta, tenho certeza. Reza minha filha, reza

Já te ocorreu que vc pode ser meio bipolar?



Escrito por periodista às 23h58
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Lenda urbana

O chão sob minha nova mesa temporária treme de vez em quando
Dizem que são as máquinas da gráfica que fazem isso
Acho que na verdade são os cupins comedores de concreto
Ou o rio Tietê infiltrando no prédio
Ou seria um estouro das capivaras que vivem aqui nas redondezas?


Escrito por periodista às 14h59
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Depois do papai noel e do coelhinho da páscoa

"Eu acredito em homem hétero"
(By Ivy Farias)


Escrito por periodista às 21h05
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